segunda-feira, 28 de junho de 2010

Q. 3 - Parcela 49 A

Empena nascente da Parcela 47 (actualmente impossível de visualizar e de dificil acesso)
Planta de Localização da Parcela 49 A - indicado o lado do Largo do Terreirinho






Planta de Localização Parcela 49 A, (lado do Largo do Terreirinho)










Fotografia actual (2010)









Quarteirão Q.3




sexta-feira, 25 de junho de 2010

PLANO DIRECTOR DA CIDADE DO PORTO - III VOLUME – 1962 - EDIÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO

Transcrevo o texto que acompanha a planta da cidade, referente à zona, que incluía a área da Ribeira / Barredo, publicados no
PLANO DIRECTOR DA CIDADE DO PORTO
Quinta Parte
III Volume
APRESENTAÇÃO DOS ESTUDOS DE PORMENOR
Valorização da zona de interesse arquitectónico.

             Dentro do plano de renovação da zona central de interesse arquitectónico, prevêem-se dois tipos de actuação:
1.º) Demolição de alguns quarteirões interiores para melhoria das condições de salubridade dos restantes, onde por sua vez serão feitas obras de restauro e conservação.
2.º) Introdução de edifícios novos que, pela sua utilização, possam constituir elementos de interesse capazes de fomentar actividades ligadas à cultura ou ao turismo eu progressivamente atraiam uma vida nova a essas zonas.
Na zona envolvente da “acrópole” da Sé, após a demolição de vários quarteirões entre a Rua da Bainharia e a dos Canastreiros, será lançada uma rua ligando o Largo de s. Domingos a um edifício de interesse público, implantado a uma cota ligeiramente inferior à da Rua de D. Hugo e com acesso por ela. Outra ligação do mesmo edifício com a praça da Ribeira será feita por duas rampas helicoidais, com trânsito de senrido único, envolvendo um parque de estacionamento em diversos pavimentos sobrepostos.
Estas obras permitirão a organização de vários percursos turísticos para visita aos diversos monumentos, sem necessidade de retornos ou subidas fatigantes.
Prevê-se também a “colmatação” do alinhamento de prédios sobre a arcaria da Ribeira, que será feita por um edifício actual cujas características se integrem na paisagem urbana existente.
No arranjo da praça do Infante D. Henrique serão eliminadas as ruas que ladeiam o espaço verde central pelos lados poente e norte sendo este último ocupado por um edifício de interesse público.
Pela unificação de espaços, conseguida com a supressão dos arruamentos, obter-se-á uma monumentalidade adequada aos diversos monumentos do local, acentuada ainda pela abertura de vistas para o rio após a demolição do quarteirão entre a igreja de S. Nicolau e a rua da Alfândega.
Como complemento deste arranjo, será construído um parque de estacionamento de 3 pavimentos no local onde actualmente se encontra o mercado de Ferreira Borges.
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Planta publicada no
PLANO DIRECTOR DA CIDADE DO PORTO
III VOLUME
APRESENTAÇÃO DOS ESTUDOS DE PORMENOR
Valorização da zona de interesse arquitectónico
EDIÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO
1962
PLANO DIRECTOR DA CIDADE DO PORTO
III VOLUME
APRESENTAÇÃO DOS ESTUDOS DE PORMENOR
Valorização da zona de interesse arquitectónico
EDIÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO
1962

terça-feira, 22 de junho de 2010

Q.3 - Parcelas 41,42,43

Rua dos Canastreiros, 10, 12, 14 - Q.3 - Parcela 41

Parede de meação entre a Parcela 41 e a Parcela 42. Fotografia tirada de uma das janelas da Parcela 42
Parede de meação entre a Parcela 42 e a Parcela 41

(a) (b) (c)

Parcela 41, antes das obras (a), na fase de demolição (b) e depois de concluídos os trabalhos (c)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Rua de Baixo, 3/5 e VIela do Buraco, 4 - Parcela 71 - "Museu"

Edifício na Rua de Baixo, 3/5 e Viela do Buraco, 4 - Parcela 71 - Planta de Localização
O edificio antes das obras

Fachada na Rua de Baixo, antes das obras.

O aparecimento numa parede interior de uns "arcos" que funcionavam como chaminés, levaram a que fosse investigado a que corresponderiam. Anteriormente e através da consulta de elementos gráficos, por exemplo através de postais, encontrou-se um que representava o edifício, em questão, numa vista lateral, em que era visível o "aparelho" do granito da fachada, o que desde logo suscitou algumas interrogações e incentivou as pesquizas no local. Os especialistas em história e arqueologia, inclinaram-se para ter sido um local de fundição de metais, talvez de moedas (?). Tendo sido retirado o reboco da fachada, de imediato se detectou uma abertura, que estava oculta e encerrada com algumas pedras. (visível nesta fotografia). Simultaneamente o piso superior, que já aparentava ser um acrescento ao edifício original, foi retirado tendo sido encontradas algumas pedras em granito, com uma "meia cana" que serviam de caleiras para as águas pluvias. A localização destas "caleiras" determinaram a forma do telhado.
"Caleiras" em granito, com "meia cana"
"Caleiras" em granito com "meia cana".
"Caleiras" em granito com "meia cana".
Arcos com tiragem de fumos encontrado numa parede interior, em granito, no piso de entrada, pela Rua de Baixo 5 e cuja chaminé de tiragem de fumos comunica com os arcos encontrados no piso superior a este.(Foto seguinte, tirada já depois das obras)
Arcos / Chaminés (Foto tirada depois das obras)
O edifício, parcela 71, na Rua de Baixo, 3/5, depois das obras.


Comparação do edificio, antes e depois das obras.